terça-feira, 9 de agosto de 2011

50 cent vs racionais

COPA SULAMERICANA 2011 - CAMPEONATO INTERNACIONAL



A equipe do Palmeiras se prepara para a estreia na Copa Sul-americana, que acontece nesta quinta-feira, contra o Vasco da Gama, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. O zagueiro Henrique falou sobre a dificuldade da disputa da competição continental.

Copa Libertadores da América, sonho de consumo dos grandes clubes, pode ser alcançada pelo Campeonato Brasileiro e pela Sul-Americana. Em preparação para estrear no torneio continental, o zagueiro Henrique descarta priorizar uma determinada competição.
"Estamos no quinto lugar do Campeonato Brasileiro. O pensamento de todos os jogadores e da comissão técnica é de buscar os dois torneios. Estamos bem no Brasileiro e temos que começar com o pé direito na Sul-Americana", declarou o recém-chegado defensor.
Após o empate sem gols diante do Grêmio, o Palmeiras encara uma série de três partidas com o Vasco. Na quinta-feira, um encontro em São Januário abre a Sul-Americana. No domingo, o compromisso é válido pelo Brasileiro. Na quarta seguinte, ambos duelam em São Paulo, na partida de volta do torneio continental.
"Os dois jogos [pela Copa Sul-Americana e pelo Campeonato Brasileiro] são importantes. Independente do torneio, temos que entrar com a mesma vontade para buscar o resultado positivo tanto no Brasileiro quanto na Sul-Americana", declarou Henrique.
Como foi campeão da Copa do Brasil, o Vasco já tem presença garantida na Libertadores de 2012. Ainda assim, o palmeirense não espera qualquer tipo de facilidade no Rio de Janeiro. "Todos os títulos são importantes. Não importa se eles já estão classificados", disse.
Apesar de já estar garantido na Libertadores, o Vasco faz uma boa campanha no Campeonato Brasileiro e ocupa o quarto lugar, dentro da faixa de classificação ao torneio continental. Na última rodada, o time cruzmaltino tomou uma goleada de 4 a 0 diante do Botafogo.
"Em se tratando de um clássico, é um placar difícil de acontecer. A gente sabe da qualidade do Vasco e que isso é um fato raro. Independente da derrota, eles vão entrar com vontade e também querem começar bem a Sul-Americana, mas nós estamos preparados", encerrou Henrique.
No primeiro confronto com o Vasco, o técnico Luiz Felipe Scolari não contará com Valdívia, convocado pela seleção chilena. Suspensos no último compromisso do Campeonato Brasileiro, Luan e Thiago Heleno estão à disposição. Desta forma, Henrique pode começar entre os reservas.







Palmeiras, na próxima quinta-feira, em São Januário, pela Copa Sul-Americana 2011.

----------------------------------------------------






O técnico Mano Menezes armou a equipe com a seguinte escalação: Julio Cesar, Daniel Alves, Lucio, Thiago Silva e André Santos; Ralf, Ramires e Ganso; Robinho, Pato e Neymar.
No meio do treino o Paulo Henrique Ganso foi substituído por Fernandinho, do Shakhtar Donetsk.
Brasil e Alemanha vão se enfrentar nesta quarta-feira, em Stuttgart, a partir das 15h45 (de Brasília).


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Ralf-titular-ultimo-Selecao-Brasileira_0_532746818.html#ixzz1UYUgrULh
© 1997-2011 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!


Racionais Vida Loka (original)

Funk do Palmeiras 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"5 Coroas" - Nova Camisa do Palmeiras






WWW.PALMEIRAS.COM.BR

Palmeiras - Comercial adidas Camisa azul Palmeiras

Palmeiras - Comercial adidas Camisa azul Palmeiras

Reportagem IstoÉ




Em computação, esta é a área que mais cresce no mundo, os profissionais precisam se atualizar constantemente


A empresa de Fabrício Bloisi é líder em softwares para celulares



Quando é questionado se a revolução da tecnologia digital está desacelerando, Bill Gates, o dono da Microsoft, repete como em um mantra: “Pelo contrário, só agora ela está tomando corpo.” Ninguém imagina mais a vida sem e-mail ou telefone celular. A tecnologia virou ferramenta indispensável para as pessoas trabalharem, se comunicarem e até se divertirem. Por isso, é uma área em constante crescimento, que demanda profissionais especializados e atualizados – de preferência em velocidade além da que ela própria produz. “As pessoas já saem da faculdade desatualizadas. Tem empresa contratando recém-formado e dando treinamento”, diz Alexandra Reis, gerente de Consultoria da IDC – International Data Comporation, no Brasil.

A Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) envolve hardwares, softwares e serviços. Em Comunicação, estão os celulares, por exemplo. Em Informação, a área que mais cresce no mundo é a de software, que diz respeito aos programas. Estes podem ser produzidos para escala comercial (como word e windows) ou customizados, que são encomendados por empresas para suprir suas necessidades.

O Brasil encontra-se em uma encruzilhada. Um dos caminhos a seguir é formar programadores para competir com países como Índia na terceirização de mão-de-obra para o Primeiro Mundo. Porém, na Índia, este profissional ganha US$ 100 por mês enquanto no Brasil o salário é dez vezes maior. Mas é um mercado atraente, que até 2010 movimentará US$ 110 bilhões. A Índia deve ficar com US$ 60 bilhões do bolo.

Outro caminho é formar profissionais em todas as áreas na cadeia. Só assim será possível tentar produzir programas capazes de abastecer o mercado interno e sonharem competir no Exterior. Na opinião de Antônio Carlos Bordeaux-Rego, diretor de Novas Tecnologias do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), a segunda opção é a melhor. “Se tivermos profissionais capacitados em todas as áreas não vamos precisar passar a vida comprando bugiganga de gringos”, diz ele. “Mas essa trilha é mais complexa.”

De olho no celular
Quando o baiano Fabrício Bloisi optou pela área de ciências da computação, decidiu que tinha de partir para Campinas, cidade paulista considerada a versão brasileira do Vale do Silício, o reduto tecnológico dos EUA. Tão logo terminou a faculdade, ele abriu, junto com um amigo, a Compera. Ela começou pequena e em poucos anos tornou-se líder na área de desenvolvimento de softwares para celulares, setor em ascensão. “Logo será comum ter um aparelho conectado à internet rápida. O Brasil deve se preparar e gerar mais gente capacitada em tecnologia”, afirma Bloisi, 30 anos.

Arquivo do blog

Pesquisar este blog